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27 de nov. de 2014

#Podcast do Dragão - Parte 2

 Eis que aqui volto para contar a vocês o que aconteceu quando parte dos dragões se reuniu para uma leve descontraída:
 Bem, no último relato o grupo havia recém acabado um combate com o cavaleiro das sombras, se safando por pouco através da luz emitida pelas chamas de um incêndio na floresta, provocado pelo arqueiro-engenheiro presente ali entre eles.
 Tão longo foi o combate, (segundo a vontade do mestre que estava com pressa por causa do horário) que pouco tempo após o desaparecimento do cavaleiro, os primeiros raios da aurora começaram a despontar no leste, anunciando a chegada de um novo dia. Porém não foi o fim da batalha que trouxe sossego para todos ali, afinal a floresta ainda queimava, e em breve as chamas poderiam alcançar as plantações, e causar fome para milhares de pessoas (embora 80% do grupo tivesse dito f*&#-!e e desejasse prosseguir viagem). Trico, o mago Imp, se comoveu pela situação da floresta e, conjurando uma das magias de seu grimório, consegue controlar o fogo depois de um certo tempo.
 Enquanto isso o grupo que estava faminto, exceto o anão que havia sugado há criança na noite anterior (e imaginem o quanto o coitado foi criticado pelo grupo por comer uma criança) saiu para procurar comida. E, enquanto o sol nascia atrás deles, do oeste um pequeno ponto que brilhava, refletindo a luz do sol nascente, aos poucos ia se aproximando e tomando a forma de uma carroça, dedução que podia ser concluída pelo som emitido pelo casco dos cavalos.
 De fato era uma carroça que se aproximava, uma pequena carroça conduzida por dois velhos, um casal de latoeiros, que seguiam estrada para o leste. Galandrir se adiantou em falar com os latoeiros, ele era um dois únicos do grupo a possuir moedas e estava disposto a tentar conseguir comprar alguma comida (afinal, ele era um príncipe, tinha que ter dinheiro, muito dinheiro). Sem quaisquer dificuldades o arqueiro conseguiu comprar alguns pães e um saco de frutas, se adiantando em ir atrás do grupo, guiado pelo anão em sua forma vampírica, que se orientava usando seu sonar.
 Enfim, o grupo se encontrou novamente, de alguma forma o mago que tinha ficado para trás também conseguiu encontrar o resto do grupo. Todos comeram felizes a comida que Galandrir havia comprado, e logo o sono da noite não dormida bateu.
 Aos poucos todos foram se ajeitando para dormir, e Modnar armou algumas armadilhas ao redor de onde estavam para evitar pequenos "invasores" (Acreditem, em uma floresta das trevas, com um mestre fazendo jus ao nome da mesma, é bom se proteger até de um esquilo), o que garantiu tranquilidade ao sono de todos.
 Galandrir, sempre notável, foi o primeiro a acordar, e encontrou inúmeros goblins, kobols e outros tipos de criaturas presas nas armadilhas, todos mortos. Aos poucos começou a ouvir alguns sons longínquos e resolveu sair para explorar e ver se encontrava a fonte dos mesmo. Enquanto o príncipe se afastava passaram vários animais por seu caminho, todos correndo na direção oposta a que ele avançava. 
 Agora... por que eles estavam correndo em tamanho número? Bem... isso eu conto na última parte do relato da nossa seção de estreia, narrada no mundo do Brendo, da Mapas Artísticos. (Vou deixar o link da página dele na última postagem)
 Por hoje é isso, espero que estejam gostando um pouco da história, sei que está com poucos detalhes e menos da metade das bizarrices que tornam a seção engraçada, mas prometo que na próxima vai ter o podcast completo ;) 

26 de nov. de 2014

#Podcast do dragão

  Parte dos dragões acordaram hoje e se reuniram para uma pequena seção de divertimento em um dos ninhos daquele dragão cujas habilidades em cartografia são exímias, vulgo Brendo Carvalho, aventurando-se em um de seus diversos mundos.
  A história de hoje se passa em torno dos seguintes personagens.
(O audio abaixo contém a primeira meia hora de seção. Não foi possível gravar tudo pois o celular morreu)




  Todos os aventureiro começaram a aventura em uma taverna na pequena cidade de Taus, próxima à maior plantação de trigo do continente. O ambiente lotado da taberna logo se apresenta propício para confusões, quando a taberneira não consegue se entender com o anjo, que possui certa dificuldade para falar a língua dos humanos, e logo arruma confusão com o diabrete e o vampiro, que se propõe a "dar um jeito" no anjo, sendo reprimido pelo dono da taberna, o que já cria um ambiente hostil, propício para uma luta que logo se iniciaria. 
O anão, em sua forma de morcego, consegue fugir à confusão, se escondendo na dispensa da taberna, o que aumentou ainda mais a confusão, pois várias pessoas tentaram pegar o morcego, acabando derramando as bebidas de outros clientes.
Um cozinheiro acaba encontrando o vampiro anão escondido dentro da dispensa, decepando uma de suas asas, o forçando a voltar em sua forma humana com um grande ferimento em seu braço, fingindo-se de morto em um primeiro momento, porém, com a chegada da taberneira e do dono da taberna, surge o comentário a respeito de uma estaca de madeira em seu peito. Isso o forçou a utilizar sua habilidade de pasmar com a voz (uma performance ridícula como pode ser constata no audio), de modo que as pessoas ali presentes o ajudassem, enquanto isso a briga se intesificava no salão comunal da taberna que, tendo o dono inflamado sua ira, dispersa todos que estão dentro do estabelecimento com um tiro de pistola.
Um dos membros do grupo, o arqueiro Galandrir, voltou à taberna afim de pagar o dono pela bebida consumida quando se depara com o "little batman" estendido sobre o balcão principal. Em um movimento rápido o coloca sobre os ombros e tira o anão da taberna.
O anjo, nesse momento, consegue perceber que as motivações do vampiro são vingança, então, sente pena dele. Galandrir começa a bater de porta em porta, tentando arrumar um lugar para que o grupo passe a noite, e, no meio disso, acaba arrumando confusão com uma moradora local, que, confundindo-os com ladrões, aciona os guardas que perseguem o grupo, forçando-o a se esconder em um beco.
Carat, o anjo, utilizando suas habilidades de acalmar as auras próximas, consegue acalmar a multidão munida de tochas que estavam prestes a queimá-los, restanto apenas uma criança que começa a atacar o Imp e logo é "neutralizada" pelo pequeno anão vampiro, que consegue saciar sua fome (Sim, o anão "come" a criança)
Com  isso, sem mais problemas, o grupo deixa a cidade de Taus para trás, seguindo a estrada para o leste. Aparentemente o caminho de todos ali levava para aquela direção.
Contudo, porém, no meio da viagem o grupo ouve diversos barulhos vindos das margens da estrada, e Tenandrar, o vampiro anão, entrou em sua forma vampírica para checar como estavam as coisas nos arredores, vislumbrando uma grande nuvem de corvos vindo na direção deles. Enquanto isso, o é atacado por um cavaleiro das sombras, que começa a disparar projéteis negros contra os viajantes, que, rapidamente, foram protegidos por um escudo arcano criado pelo mago Imp, Trico.
Enquanto os quatro ofereciam longa resistência dentro do circulo de proteção, o anão fugia do bando de corvos que tentava mata-lo. A resistência do grupo foi longa, acabando apenas quando o anjo encontrou uma maneira de enfrentar o cavaleiro, criar uma luz forte o suficiente para espantar as sombras.
Com isso, Modnar utilizou-se de seu kit de criação de flechas para criar flechas incendiárias e atear fogo na floresta, que começou a crescer lentamente, forçando o cavaleiro a se retirar temporáriamente, mas logo retornando em forma de um dardo de balestra, que foi absorvido pelo escudo de Carat, eis que re-aparece o capeta, digo, cavaleiro.
Novamente a situação fica tensa, porém Modnar utiliza mais flechas incendiárias para aumentar o fogo na floresta às margens da estrada, com isso o cavaleiro desaparece, levando consigo o escudo suúço de Carat.
(Por hoje é isso, a seção foi muito longa e se eu for colocar tudo em um post só será muito texto, o que vai ser muito cansativo, então fiquem ligados que a qualquer momento pode sair a continuação desta seção)